quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Bizâncio derruba Roma

Vespasiano recebe, no palácio imperial do oriente, inúmeros relatórios das vitorias do Exército Romano em espalhar a Igreja de Roma por todo o oriente e além. Mas ele fica mais satisfeito com os relatórios de seus agentes infiltrados nas frentes sob as ordens de Vitélio contando as parcas vitórias e muitas derrotas.
Assim que Vespasiano recebe a confirmação da tomada de Lívia, a cidade no mais extremo oriente, ele envia mensageiros aos senadores e bispos de Roma, com uma mensagem ousada.
Vespasiano César, Imperador da Roma Oriental, saúda aos nobres representantes do povo Romano e os sagrados representantes de Deus.
Eu vos anuncio, sem falsa modéstia e humildade, o completo sucesso na campanha de conquistar os povos pagãos para o Nosso Senhor, ao menos nesta parte oriental. Bizâncio pode se orgulhar de ser a capital da Igreja de Crestos, mas perceber que sua irmã, Roma, ainda está abandonada aos agentes de Satan devido à timidez e à fraqueza de Vitélio César, Imperador da Roma Ocidental.
Por Deus e por Seu Filho, Bizâncio irá marchar até Roma para salvaguardar os santos de Deus, as santas igrejas e todos aqueles que devotam a crença sagrada.
Eu envio a vós a súplica para que nos dêem a permissão e as bênçãos para afastar os que são fracos na fé ou no braço, para que os verdadeiros soldados de Deus levem a Palavra, a Verdade e a Salvação aos povos que ainda resistem nas sombras malignas do paganismo.
Pelo bem de Roma, em nome de Deus, que eu possa ser aclamado por vós como César de todo o Império e possa dar-vos o Reino de Deus que nós desejamos.
Em seguida, envia ordens a todos os comandantes e centuriões que estavam em campanha pelo oriente para que retornem a Bizâncio e se preparem para cercar e invadir Roma. Em algumas semanas, todos os centuriões e comandantes chegaram e acamparam em volta de Bizâncio, aguardando a ordem oficial de Vespasiano, sem questionar, pois sabiam muito bem que podiam ser mortos e substituídos.
Vespasiano olha com satisfação a extensão do seu exército, pronto para realizar o mais mínimo desejo de seu coração. Sem esperar a resposta de Roma, ele sai até a sacada de seu escritório e, entre salvas e aplausos dos legionários, declama sua ordem.
- Soldados de Deus, avante até Roma! Nós vamos ou nos juntar com outros soldados de Deus ou nos bater com os soldados de Satan. Deus esteja conosco e nos abençoe!
Vespasiano marchou e é recebido como verdadeiro César na Macedônia, na Etrúria e em Venetia. Nas portas de Roma, a Guarda Pretoriana traz até ele o humilhado e destronado Vitélio César. Os senadores entregam a ele a coroa e o cetro que antes pertenciam a Vitélio. Os bispos excomungam e decretam nulas todas as unções dadas a Vitélio e confirmam a unção de Deus a Vespasiano como único e legítimo César.
Vespasiano, entusiasmado e inflado por ter sido reconhecido como se julgava merecedor, coloca Vitélio de joelhos e o decapita com seu gládio.
- Que todos vejam e saibam! Deus não aceita fracos, tímidos, inseguros ou hesitantes. Que os povos pagãos tremam, ajoelhem-se e se convertam ao Senhor ou pereçam pela espada!
Vespasiano marcha então em direção à Gália, ordenando a presença do comandante Derico em Nicius, para revisar as estratégias de campanha e exigir resultados positivos em todas as frentes.
Nos territórios Godos conquistados, o comandante Derico recebe a ordem com evidente nervosismo e resolve garantir a saúde de seu pescoço ordenando que o centurião Silvano e o sargento Domiciano o acompanhem.

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