quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Combatendo os Pagãos

Os comandantes seguem de Nicius até Bergumum para conhecer as condições das coortes ali acampadas e as condições do campo de batalha.
Na fortaleza em Bergumum, foram tratar diretamente com um centurião que era também o bispo local que lhes relatou sobre os Dácios, o povo pagão que mais resistia e guerreava contra a Igreja e o Império de Roma.
- Os Dácios se orgulham de ser descendentes dos Frígios e adoram um Deus-Lobo. Os povoados conquistados se mostraram dóceis, mas nossas igrejas são imediatamente atacadas e destruídas nos ataques, onde os Dácios costumam comemorar queimando os pergaminhos com a santa palavra junto com meus sacerdotes.
- Eles são organizados?
- Não parece, mas o ataque de surpresa feito em cargas rápidas nos tem mantido ocupados.
- Muito bem. Construamos mais uma vez a última igreja que foi destruída, para atrair o ataque de um destacamento.
O centurião-bispo torce seu rosto, mas obedece com medo da represália que sofreria de Vespasiano. Reuniu os construtores e lhes prometeu proteção e mais ouro para reerguerem a Igreja de Panônia. Entre os pedreiros e carpinteiros, Domiciano misturou legionários disfarçados e postou uma coorte em um local oculto da vista. Não demorou muito, bastou juntar algumas pedras para as fundações para que os Dácios fizessem seu ataque.
Os Dácios eram muito parecidos com os Godos, mas eram mais morenos e seus trajes pareciam ser feitos de linhas com cores diferentes.
No momento certo, os legionários disfarçados avançaram em um contra-ataque, causando surpresa e desorientação nos atacantes. Quando estes se agruparam para rechaçar os legionários, foram cercados pela coorte e rendidos.
Com os prisioneiros, através de tortura, Domiciano extrai o que pode sobre posições, acampamentos, armamentos e organização do exército dos Dácios.
Mesmo não sendo uma informação completa ou confiável, o bispo-centurião consegue reverter a desvantagem e conquista de forma concreta a região da Panônia.
Satisfeito com o resultado, Domiciano e Silvano seguem para Tullum. O centurião local lhes informa que ali o combate é contra os Francos.
- Os Francos se dizem descendentes dos Celtas e adoram uma Deusa-Lua. Constantemente ouvimos seus tambores, cítaras e flautas soando entre as árvores, anunciando suas cerimônias satânicas. Quem tenta se aventurar por estas florestas acaba esfolado e pendurado nas árvores.
- Muito bem. Tu fizeste as adaptações nas máquinas de guerra?
- Sim e estão prontas para uso.
- Postem as máquinas de guerra e despejem o máximo de fogo grego que puder na direção que os Francos podem estar. Na clareira formada pelo fogo, construa uma Igreja Romana e na cerimônia façam com que essa Deusa-Lua seja caracterizada como um demônio.
O centurião usa todo o estoque, causando uma grande destruição na floresta densa e na clareira aberta improvisa um altar Crestano onde se realiza a cerimônia combinada. Como esperado, os Francos tentam impedir a cerimônia, quando então são vencidos, capturados e torturados. Na manhã seguinte a região do Reno pertencia ao Império Romano.
Sem demora, Domiciano e Silvano partem para Belginum encontrando uma situação diferente. Ali, o centurião tinha problemas de ordem doutrinária entre os Germanos. Parte da região dominada por Roma ainda resistia às encíclicas do Papa e a parte setentrional resistia à idéia de um Deus que se sacrifica ao invés de cair em combate.
A contragosto, Domiciano deu lugar ao seu lado ministerial, reuniu os sacerdotes Crestanos na Germânia Meridional e discutiu os pontos controversos. Na Germânia Setentrional, Domiciano usou do mesmo artifício usado por Cláudio César e comprou o apoio dos reis locais para a causa de Roma.
Sem ser preciso dar uma simples flechada, a conquista da Germânia é consolidada e uma gigantesca missa é celebrada. No dia seguinte, Domiciano e Silvano seguem até Argentum, de onde ouviram rumores sobre os Saxões.

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